"Nove e nove? Eu: dezenove... Eu só sabia rimar... Matemática de poeta: quem erra depois acerta, quem acerta pode errar"
Meu Bê-a-bá
(Luiz Fidelis)
prosas e poesias

Versos de Onildo Barbosa
Quando o dia vai embora
A tarde quem sente a queixa
O porto da noite abre
A porta do dia fecha
A boca da noite engole
Os restos que o dia deixa.





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Santanna O Cantador
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